terça-feira, 23 de novembro de 2010

O que fazer pra uma transa não ser arruinada em instantes...

Coloquei aqui cinco detalhes importantes pra vc nao pecar por besteira... E conquistar o bonitão.


Masturbação não é tão simples assim Masturbar um cara não é só fazer joinha pra cima e pra baixo. Altere intensidade. Se o cara estiver te masturbando também, acompanhe o ritmo dele, se começar a te tocar mais rápido, acelere. Isso mostra que vocês estão na mesma sintonia e que está curtindo o estímulo dele. Após um tempo batendo uma, um líquido começa a sair do amigão, passe o polegar (de leve) por cima da cabeça (não da sua) e o espalhe no mastro. Repita esse procedimento no máximo 3 vezes, mais que isso incomoda. Outra coisa, quando o beijo estiver mais intenso, pare de bater, apenas segure com uma pressão um pouco maior e quando passar a intensidade do beijo, volte a bater com vontade.

Oral não é só por o meninão na boca -  Já fiz dois posts bem completos sobre isso. Porém, sempre é bom retomar algumas dicas. Um oral bem feito não se resume a esconder o membro do cara dentro da boca. O olhar, as bufadinhas, a respiração mais pesada no ato e o saco são coadjuvantes que fazem toda a diferença quando bem trabalhados. Porém, minha dica principal para não fazer besteira é tomar cuidado com os dentes. Eles são um dos principais responsáveis pelo oral ser uma merda. Podem ocasionar dois problemas, um no curto prazo e outro no médio. No curto, o cara não vai suportar de dor e irá te puxar lá debaixo para ir logo para a penetração. No médio você não tem ideia do que rolou, mas os homens sim. Basicamente, você não esconde o dente suficientemente e volta e meia um dentinho passa no meninão. Isso não dói, pois o conjunto todo está bacana. Só que essa porra vai esfolando. E ai só dia seguinte sabemos o resultado do desastre. Sexo mal feito dá para tolerar, agora oral e masturbação, não.

Demonstre que está curtindo o oral – Homens precisam de reconhecimento. Não no sentido de você ter que falar “Ai, como você foda”, “Incrível seu desempenho na cama”, quem precisa disso tem baixa auto-estima! O melhor reconhecimento vem por meio de gestos, de expressões. Por exemplo, em um sexo oral, demonstre que está bacana. Quando ele acertar na chupada ou fazer algo prazeroso, corresponda com gemidinhos ou bufadinhas, deslize a mão pela cabeça dele e aperte o cabelo de leve. Você pode ter seu momento de múmia que fica mudinha para curtir do seu modo, mas não se esqueça que tem alguém ali embaixo preocupado em te agradar.

Passar a mão no saco por cima – Tai uma coisa muuito boa e que poucas mulheres fazem. Quando você estiver por cima do cara, leve a mão lá pra baixo e passe a massagear o saco dele. A sensação é ótima.

Vai gozar? Então demonstre! – Não é tão fácil assim saber se a mulher chegou lá. Se você não sinalizar de alguma forma, o cara não vai ser obrigado a saber que você já chegou lá e ai ou vai ficar esperando você conseguir ou vai ficar encanado por não ter conseguido fazer com que você goze.

domingo, 21 de novembro de 2010

Quais qualidades de uma mulher intreressante?!

Bem, como estou em uma fase mais light, creio que esse post ajudará um pouco a essas leitoras curiosas que buscam qualidades das mulheres interessantes:



Não é uma santa > Esse é um dos grandes tabus. A maioria dos homens hoje em dia não está atrás de uma santa. O cara de 20 e poucos anos ou mais, não tem paciência pra ensinar a garota a rebolar, de pedir para que ela esconda o dente quando for chupar, que não passe o dedo polegar com força pela cabeça , enfim algumas sutilezas que uma mulher mais experiente já aprendeu. O cara quer se preocupar em sentir e proporcionar prazer, e aula particular de como trepar invariavelmente vai quebrar um ou outro.

Não é uma vagabunda > É, parece incoerente, mas não é. Apesar do cara procurar uma mulher experiente, ele não quer uma vagabunda. Ilustro com um exemplo prático. Uma mulher de 25 anos que já transou com 10 caras, mas que 4 eram namorados, 4 eram rolos e 2 amigos, tem mais moral que aquela de 20 anos que transou com apenas 3, sendo que um foi com um cara que ela conheceu no risca-faca, o outro ela deu no ônibus do churras da facu e o terceiro, bem, ela não se lembra. O que caracteriza uma vagabunda não é a quantidade de horas-cama e sim a qualidade delas.

Tem paixão pelo que faz > É muito atraente ver uma mulher que tem paixão pelo que faz. Seja na faculdade ou no mercado de trabalho, não há homem que não resista uma mulher apaixonada e confiante na sua área de atuação. Veja bem, não é ser aquela caxias chata que fica cagando lei e falando bonito para mostrar que é foda. Mulher sem essa paixão geralmente a canalizará em outro lugar e ai é comum ver uma coitada na carreira, ser uma desesperada no amor. E só um cabeça de vento ficaria bravo com uma mulher que divide a paixão por ele com o trabalho, são coisas completamente distintas, e na minha opinião, complementares na mulher moderna.

É independente > Óbvio que para um garoto de 18 anos essa qualidade não será diferencial, mas me refiro a homens de 25+. Nessa faixa etária, o cara já é meio que dono do seu nariz, não mora com os pais, costuma fazer planos para viajar no feriado ou fim de semana e ai não tem coisa mais sacal que a garota não poder acompanhá-lo, pois mora com os pais e eles jamais permitiriam que ela viajasse com “um estranho”. Ou então em um dia que a solidão batesse e o cara quisesse dormir acompanhado e novamente, não.  Ai a garota tem que bolar mil planos, dizer que vai dormir na casa da amiga e blablabla-sou-teen. E além da independência financeira, há a independência sentimental. Mulher que faz o homem o centro do universo é um porre. Parece que nasceu faltando uma peça fálica pra funcionar.

É feminina > Sempre enalteci aqui no blog essa qualidade. Acho muito legal a mulher buscar igualdade na profissão, salário, etc, mas mulher NÃO é igual ao homem, nem nunca vai ser. Ainda bem. Mulher delicada, que se preocupa com aquele detalhe bobo na cor da unha, que enrola pra ficar pronta, que se lembra de datas x, sabe fazer milhares de coisas ao mesmo tempo, enfim, coisas meio bobas, mas que são praticamente únicas do sexo feminino são realmente atraentes. Esses pequenos detalhes constroem esse ser tão especial. E como sempre repito, o dia que mulher negligenciar isso e homem passar a cuidar dos detalhes da unha, melhor virar gay, ao menos homem não sofre com TPM.

Se impõe > Ser feminina não é ser boba. É preciso saber ser delicada e se impor quando preciso. Por exemplo, o cara combina de ir com a garota no cinema e do nada muda pra ver jogo de futebol em casa. A garota mongol aceitaria numa boa, a barraqueira faria um escândalo e a que se impõe saberia argumentar para dissuadir o cara. Mulher que se impõe, não é truculenta, é persuasiva. A mulher que aceita tudo geralmente acaba sendo feita de boba e algumas vezes até traída.

Cuida do cara > Essa é uma característica que está bastante ligada a feminilidade, mas que merece uma menção especial. Apesar de as vezes ser um saco ouvir que a roupa não está combinando, que é pra fazer a barba que está feia, a unha mal cortada, que o cabelo está grande, enfim coisas que os homens costumam negligenciar, mas que algumas mulheres adoram cobrar, no final é até bacana, pois mostra uma preocupação da garota com o cara. E geralmente essas mulheres são aquelas que vão ser um ótimo ombro amigo quando cara estiver pra baixo.

Conversa sobre qualquer assunto > A garota pode ser gata e gostosa, mas se não sabe conversar nada além de A Fazenda, moda e a condição climática, vai ficar pra lanchinho. A mulher que conhece músicas além das que tocam na Jovem Pan, que sabe ser engraçada e que tem um bom conhecimento sobre cultural geral (sem precisar bancar a professora), sai na frente de um monte de modelo.

Sabe socializar > Essa característica geralmente está ligada à anterior, pois para socializar, a garota precisa falar e para falar algo que não seja só asneira, precisa ter repertório. Quando eu digo “socializar”, não estou me referindo a “se jogar” ou bancar a fantasminha camarada (“quer ser meu amiguinho?”). É saber cavar assunto e conseguir conversar com os amigos do cara, por exemplo. É muito ruim chegar a uma roda de amigos, apresentar a garota e ela na sequência ficar muda. A garota quando consegue socializar bem com os amigos, já ganhou aliados valiosos para conquistar o cara. Por outro lado, sempre tem a fantasminha camarada que quer chegar bancando a descolada e amigona da galera e fica forçando uma amizade que não tem, forjando uma liberdade que não foi concedida e ai ao contrário da outra garota, vai ganhar bons inimigos e alguns apelidinhos.
Já posso imaginar um monte de leitora falando “ahhh, eu tenho todas as características e continuo sozinha. Qual o meu problema?”. Eu arrisco dizer, falta de homem interessante.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Motivos pra fazer um ménage

Fazer amor na praia ou num local público faz parte das fantasias sexuais de muitas de nós, mas , por vezes, por medo ou vergonha nunca chegamos a realizar. Quantas de vocês gostaria de participar num “ménage à trois”. De origem francesa, a expressão ménage à trois significa “mistura a três” e é usada normalmente para designar uma relação sexual envolvendo três pessoas, tanto faz se forem dois homens e uma mulher, duas mulheres e um homem ou todas do mesmo sexo.
Esta fantasia é muitos frequente entre os homens , muitos sonham em fazer sexo com duas mulheres ao mesmo tempo. Seja para quebrar a rotina, pela aventura ou para experimentar outras formas de prazer, desde que você esteja à vontade e queira, deve  experimentar um ménage. Se está numa relação é importante ter atenção a algumas regras:
O primeiro passo é escolher com quem partilhar a experiência, o ideal é escolher uma amiga de confiança ou um conhecido interessante.
Depois converse com o seu parceiro sobre o que cada um espera desta experência, estabeleça limites ( se necessário) para evitar problemas no dia seguinte.
Crie um ambiente sensual em que se sinta à vontade e deixe-se levar.
Numa relação com três pessoas, cada um deve tomar a iniciativa e satisfazer as fantasias dos outros. Éimportante falar.
Num ménage é necessário que todos participem, não vale deixar um elemento de parte. Deve haver contacto permanente entre os três elementos os  beijos, as carícias, as massagens são benvindas.
No final todos devem falar sobre a experiência para não haver contrangimentos quando se voltarem a encontar.


ALGUNS MOTIVOS PARA FAZER :


Você vai experimentar novas sensações
Enquanto muitos acham que o sexo é apenas uma resposta fisiológica natural do corpo, para fins de reprodução e prazer, eu vejo muito mais que isso em meio à essa dança lasciva de movimentos ritmados que é o sexo. Eu vejo experiência, luz, sabedoria. Eu vejo novas portas para dentro da alma no sexo. Eu vejo redenção e salvação numa boa trepada.


É divertido
 
Basta relaxar e tomar cuidado para que ninguém faça nada que não vá curtir de verdade que as coisas caminham bem. E você ainda acorda no dia seguinte pensando NOSSA, MAS KI PARADA LÔKA MERMÃO KKK!!!1 mesmo que, por algum motivo, não tenha ficado tão agradada assim da experiência.


Te ajuda a expandir seus horizontes
Você acaba aprendendo na prática que não existe só preto no branco. Mulher que pega mulher nem sempre é gay, e pode nem mesmo ser bi. Pode-se muito bem ser hetero e gostar de uns peitinhos de vez em quando, por que não? Aplique esse não-absolutismo e flexibilidade de posições nos outros aspectos da sua vida que as coisas tendem a ficar mais fáceis -ou pelo menos mais compreensíveis- nas situações que te cercam.


Ajuda a quebrar a rotina de sempre
E aqui nem estou falando da rotina do casal, estou falando da SUA rotina. Estou falando de adrenalina e friozinho na barriga, é quase como que perder a virgindade de novo. Só que menos dolorido.


Você (possivelmente) vai gostar
Espero profundamente que você se divirta, aprenda, experimente e se descubra mais depois de uma experiência dessa. Mesmo que você ache que não gostou o suficiente pra um repeteco, eu tenho quase certeza que quando você terminar, não estará arrependida. Pelo menos, assim espero.


A vida é curta demais pra você sair dessa sem provar um ménage
- Dar o primeiro beijo….. OK
- Dar uns tapas naquela piranha ….. 
- Perder a virgindade….. OK
- Ter um filho….. OK
- Comprar uma bolsa da Vitton…..
- Ter 416 pares de sapato no armário….. OK
- Pular de páraquedas…..
- Ir na montanha-russa ….. OK
- Conhecer o Cristo Redentor…..
- Fazer sexo a três….. OK
Tem certas coisas que você NÃO PODE deixar de experimentar, nem que seja só pra tentar e não gostar. O ménage é uma delas.

Conclusão
Companheiras, espero que esse singelo texto tenha conseguido abrir um pouco a sua mente. Ou que tenha te convencido a chegar às vias de fato, caso essa vontade já tenha minado na sua cabeça. Um ménage não é um bicho de sete cabeças, não é nada de pecaminoso, nojento, bizarro ou promíscuo; é apenas outra modalidade de sexo, e diria eu que uma modalidade bem comum por ser prazerosa pra ambas as partes. A maioria das mulheres que eu conheço admitem já ter tido vontade de ficar com outra mulher, tanto por vaidade quanto por desejo. Bem, qualquer motivo é válido, desde que a sua vontade prevaleça. Eu sinto muitíssimo se você realmente é uma hetero até o osso que não tem vontade nem de tentar, você está perdendo uma oportunidade e tanto.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

15 coisas a fazer antes de casar






1. Sobreviver a um Carnaval de rua
Pode ser em Ouro Preto, Salvador, Olinda. A ideia é passar quatro dias e quatro noites em festa e... querer mais na Quarta-Feira de Cinzas.

2. Se divertir com um amigo colorido
Ele tem pegada, vai para a balada com você, não tem ciúme e... está sempre disponível. A única regra: não vale se apaixonar.

3. Beijar uma garota
É só mais uma loucura que, se você tem vontade, pode experimentar. Nem que seja para confirmar que gosta mesmo é de homem.

4. Sair com alguém que você conheceu na internet
Quem sabe o seu destino é ser um case de sucesso de um site de relacionamentos.

5. Ter um caso com seu vizinho
Você sabe a placa do carro dele, qual jornal lê e até quantos gominhos tem no abdômen. Não dizem que o homem da sua vida pode estar bem ao seu lado? Pois esse é praticamente íntimo!

6. Guardar um vibrador no criado-mudo
Para descobrir a maravilha de só precisar de duas pilhas para subir aos céus com total autonomia. O bullet, estimulador clitoriano, é discreto e competente.


7. Morar sozinha
É uma oportunidade de se conhecer melhor, decidir da cor da parede da sala à hora que vai chegar em casa... sem consultar ninguém! E usar um chuveiro quebrado como desculpa para bater na porta do bonitão do 10º andar e pedir uma mãozinha.

8. Morar com amigas
Você também cresce, amadurece e... aprende a negociar. Exemplo? Se chamar o bonitão do 10º andar para consertar o chuveiro, vai ter que dividir...


9. Viver uma transa de bad girl
Bancar a dominadora, falar pornografia, fazer o que bem entender... e ir embora sem deixar rastro.


10. Passar o sábado cuidando da beleza
Fazer massagem, shiatsu, drenagem, mão, pé, escova... sem ter de explicar por que ainda não chegou em casa.


11. Sair com um homem que não tem nada a ver com você
Mesmo que não acredite na máxima "Os opostos se atraem". A gente sempre pode mudar de ideia.

12. Rachar o aluguel de uma casa na praia
E passar o endereço para os mais gatos da areia.

13. Imitar a Beyoncé na sala
Só de lingerie. Com direito a caras e bocas. Sem risco de ser flagrada.


14. Seduzir o DJ e o barman
Da mesma festa. Para ganhar drinques, escolher a música que quiser e ainda se sentir sexy, sexy.


15. Noivar
Resgatar a tradição está na moda. É para se envolver com os preparativos do casamento, sonhar com o vestido branco, a lua de mel - certa de que cumpriu seus anos de solteira com cem por cento de aproveitamento.





Fonte: nova.com.br

domingo, 7 de novembro de 2010

Quando o amor acaba!

De repente, a mulher tão familiar que está na frente dele do outro lado da mesa do restaurante se transforma numa desconhecida. Em um estalo de dedos, anos de convivência se apagam completamente, como se um gigante tivesse passado uma borracha no álbum de fotos criado pela memória dos dois. O rosto dela lembra vagamente alguém que ele conheceu há muito, muito tempo, mas aquela pessoa já não está mais ali.

O mal-estar é recíproco, mas de natureza diferente. Ao contrário dele, ela sabe muito bem quem está na sua frente – bem até demais. Ela sabe que o que está sendo prometido nunca será cumprido; sabe também que a voz dele diz uma coisa, mas a realidade do cotidiano diz outra.  Nessa noite, porém, as palavras soam mais uma vez como sons sem sentido, frios como os copos intactos sobre a mesa do restaurante.
Dizem que as mulheres se casam imaginando que vão mudar os homens; os homens se casam acreditando que as mulheres não vão mudar. Mas a verdade é que as coisas mudam, mas as pessoas, não. Por que, então, esses dois insistiram tanto tempo e esforço no amor? Porque é da natureza humana. Porque é da inevitável e desumana natureza humana. 


Até algum tempo atrás eu ainda acreditava em contos de fadas e no velho “e viveram felizes para sempre”. Hoje ainda acredito ser possível, mas isso é para poucos. Na vida, muitas vezes gostamos de uma pessoa com todas as nossas forças, mas aos poucos esse amor vai se esfriando, se apagando, até se tornar uma amizade ou simples comodidade. O culpado disso? Não, não é nem um nem outro. Faz parte da vida, só isso. Vários fatores colaboram: o tempo, a rotina, a convivência, enfim, a vida em si.
Chega então o dia em que o homem ou a mulher (quando não os dois) sente apenas um carinho pela outra pessoa, e não mais aquele fogo, aquela paixão arrebatadora. Fica o carinho e o respeito. A partir desse momento, essa pessoa começa a sentir o irreversível desejo de se apaixonar novamente. De sentir um frio na barriga, de suar frio, de tremer quando se aproxima da pessoa desejada.
Na minha opinião, todos temos o direito de sermos felizes, de estar com uma pessoa que gostamos e que nos traz a alegria de viver. Se um amor chegou ao fim, cabe aos dois seguirem suas vidas, cada um para o seu lado, e começarem a jornada em busca da felicidade. Nunca é tarde para encontrar o amor. Pode-se achá-lo desde a mais tenra idade ou até mesmo depois dos 60. E por quê não? Por que se privar da felicidade? Sempre é tempo de recomeçar, e a vida nos dá todas as oportunidades de pegar o passado, espremê-lo, tirar-lhe todas as situações de aprendizado e seguir em frente, de cabeça erguida em busca daquilo que queremos.
Claro que nem sempre é fácil uma separação. Para um casal de namorados, fica um pouco de dor que logo passa e a vida continua. Para quem casou, é um pouco mais complicado. Para quem tem filhos, então é mais difícil ainda. Mas ainda assim, reitero, se o relacionamento não traz mais felicidade, de nada adianta seguir com ele. Só vai trazer mais angústia e sofrimento. Mesmo que seja muito complicado o processo de separação, talvez este seja o passo principal para que ambos possam começar a ter aquela velha alegria de volta.

Então, encarar todo fim como sendo um novo recomeço faz com que as coisas não pareçam tão difíceis e assustadoras. Traz, inclusive, um sentimento de felicidade e esperança. Fomos feitos para amar e ser feliz e para isso que devemos viver, buscando o melhor para a nossa vida, sempre. Lembrando que sempre é hora de ser feliz, nunca, mas nunca é tarde demais. Temos sempre um novo dia pela frente, e devemos vivê-lo da melhor maneira possível. Uma frase que eu gosto muito de dizer é “It is never too late” (nunca é tarde demais).


Por:  Fabio Centenaro / Felipe Machado

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

AS MULHERES TAMBEM TRAEM, Mané

Por muito tempo ouvimos dizer que para a mulher, sexo e amor estão, de modo geral, inevitavelmente relacionados.
É certo que durante muito tempo foi assim e por questões basicamente culturais ainda é, mas este comportamento vem mudando desde os tempos da revolução sexual nos anos 60. Embalada por estes acontecimentos, a mulher moderna conquistou lugar de destaque na sociedade e ocupa espaços antes destinados apenas aos homens.

Com isto teve que adaptar-se e comportar-se de forma diferente, influenciada pelo chavão dos “direitos iguais”.
Sexualmente estamos mais liberadas, aprendemos o caminho do prazer e não queremos mais sair da cama sem nosso orgasmo. Levamos camisinhas na bolsa, tomamos iniciativa na hora da conquista e traímos quando estamos insatisfeitas. Em outras palavras, vamos à luta sem medo.

Infelizmente, apesar de todas as conquistas do universo feminino o machismo ainda persiste forte dentro da nossa cultura. A mulher que trai ainda é rotulada como vagabunda, enquanto a mesma atitude no homem é símbolo de virilidade. Mas mesmo assim as mulheres traem, não tenham dúvidas.
E para resguardarem sua imagem, se for necessário, o fazem com absoluta discrição, sem deixar pistas que a comprometam futuramente. Além disto, muitas de nós separam muito bem sexo de amor.
Este status, entretanto, ainda é reservado ao universo de mulheres maduras e bem resolvidas, mulheres que, como muitos homens, traem quando a rotina se instala e a traição funciona apenas como agente revitalizador, não interferindo na estabilidade da relação.
Talvez  não seja a mulher ideal para abordar este tema diante  platéia masculina, sou transgressora e revolucionária quando se trata de sexo, acho que trair faz parte da natureza humana (masculina e feminina), mas vou tentar fazer uma abordagem genérica.



Quando a Traição acontece

Ninguém duvida que a traição sexual acontece quando há algum tipo de insatisfação, seja ela amorosa ou física. Como seres humanos, todos nós, homens e mulheres, somos movidos pela busca incansável do prazer e fatalmente em determinados momentos nos sentiremos insatisfeitos e partiremos em busca da satisfação.
Em alguns destes momentos teremos um parceiro ao nosso lado, que por algum motivo não estará nos satisfazendo, então, é aí, neste momento que brota a semente da traição.
É muito difícil ver uma mulher trair por esporte, como a maioria dos homens faz, mulher tem que ter um motivo coerente para trair. Para mulheres geralmente o motivo é relacionado com o sentimento, traímos quando nosso parceiro não mais nos emociona, não mais arrebata o nosso coração, não mais nos realiza como mulher.
Traímos quando estamos inseguras em relação a nossos sentimentos, ou quando nos frustramos demais com o nosso parceiro. E se trairmos, dificilmente manteremos um amante por tempo indeterminado, como é de praxe entre os homens. Nós mulheres não gostamos de situações indefinidas, necessitamos de objetividade, das coisas bem resolvidas, de segurança.
Não nos satisfazemos com paliativos, como manter uma relação de aparências, podemos até aceitar isto por um tempo, mas com certeza chegará o momento em que resolveremos todas as pendências.

Por:  Anais

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

TE COMO TODA / O OLHAR MASCULINO

Existem algumas situações do dia-a-dia em que é muito desagradável ser mulher, deixando de lado todo o sangue, a TPM e as necessidades de mulherzinha.
Sabemos das diferenças básicas de cada sexo e que a natureza não vai mudar porque estamos reclamando, então esse tipo de coisa só nos resta aceitar. Mas a vida dos dois é praticamente a mesma, e suas obrigações e necessidades são bem parecidas, como ir abastecer um carro num posto de gasolina.
Quando um homem precisa sair e pagar com o cartão, ele cumprimenta o frentista, faz piada do Corinthians, coça o saco, paga e volta para o carro. Já a mulher, quando sai do carro é quase um espetáculo, por mais básica e não chamativa que ela esteja. Até o cabelo desgrenhado e a cara de sono não resolvem.
Praticamente todos os frentistas, motoristas, vendedores, flanelinhas – e qualquer ser humano do sexo masculino que esteja no recinto – param, olham a bunda e fazem uma cara de “Te como toda”.
Ela, claro, sente-se o frango assando na padaria. Sua única vontade é correr de volta para o carro e ir embora.
Isso também acontece quando você vai lavar o carro, leva no mecânico (além de ele achar que você é burra), vai a um bar, passa em frente a um prédio com seguranças ou muitas vezes até quando se aproxima de um grupo de policiais (algo que, particularmente, acho um absurdo). Coincidentemente ou não, são locais onde há uma aglomeração de homens habitualmente trabalhando.


olhar
Típico olhar masculino repugnante. Desde 1930.

Às vezes, eu até sinto inveja do meu cunhado que pode fazer aquela amizade superficial com o padeiro, frentista, porteiro, taxista, síndico, o professor e as milhares de profissões que tratam diretamente com o público e estão ocupadas por homens. No máximo, a mulher é educada, dá bom dia, faz uma pergunta ou outra e segue a vida. E o que o homem vai falar dela? Nos melhores casos… “gostosa”.
Se a mulher faz aquela social mais amigável (igual muitos homens fazem, e isso é ótimo), já tem a vizinha comentando, os homens perguntando se ela é sapatão ou se o cara tá comendo ou vai comer. Isso exclui qualquer possibilidade da mulher deixar de ser apenas a “gostosa” e passar para um nível um pouco menos corporal e mais intelectual mesmo, da pessoa entender que você é simpática e quer estabelecer aquele encontro, que é curto e muitas vezes diário, como algo agradável. Ou apenas pelo fato de ela gostar de ser simpática e conversar.
Se um dia eu descer e levar umas cervejas que sobraram aqui em casa para o porteiro, meu prédio inteiro, e inclusive ele, vão achar que eu estou “dando mole”. Se meu irmão levar, o cara “é brother”.
Parece que o homem encontrou um jeito de prender e acanhar a mulher quando ele está em bando: vendo-a como objeto sexual e nada além daquilo. Praticamente cuspindo na cara dela “Você é só um pedaço de carne” (e mais uma vez voltamos ao frango da padaria, interessante…).
Será essa a forma que os homens encontraram para dar a impressão de “superioridade” que há tantos anos, teoricamente, foi extinta? Eu não sei, mas deve existir algum estudo antropológico que trate disso. Por que uma mulher nunca passa batida num lugar que tenha vários homens juntos? Maldita mania de auto-afirmação para os amiguinhos.

Acredito que todas mulheres bonitas desejam, pelo menos às vezes, a possibilidade de ir comprar algo num posto de gasolina, conversar com o atendente, virar as costas e ele não pensar “Gostoooosa!” e você sair voando sentindo aqueles olhares de “Te como inteira!”, como se fosse ser estuprada por aqueles mil homens a sua volta.
Mas sim oferecer um olhar “Que garota engraçada!” (substitua por qualquer outro adjetivo que não envolva sexualidade) quando conversar com ela. Sem cunho sexual, sem segundas intenções partindo de nenhuma das partes.
Ou pelo menos ter a liberdade de passar despercebida, como se fosse um homem indo até lá, sem ninguém notar ou falar nada.
Difícil, se não impossível.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

PRELIMINARES X HOMENS

Todos nós já sabemos das necessidades de fazer uma boa “preliminar”, aliás, todos nós sabemos da “obrigação” de se fazer as preliminares.
As preliminares preparam o corpo para aproveitar ao máximo os prazeres da sexuais, dando o tempo necessário para se entrar no “espírito da coisa”.
A maioria dos homens se perde nesse momento, tentando logo fugir para o “finalmente”, o que não vai ter bons resultados, pode ter certeza.
Os homens, tem um foco de prazer justamente no pinto e na penetração sexual, como tinha que ser. Mas como normalmente  nós somos o contrário deles , exigimos sempre mais. O melhor a fazer é tornar esses momentos – as preliminares – um momento bom e agradável para ambos.



O mundo seria um lugar melhor se os homens só adquirissem o direito de ter pau depois de aprender todas as possibilidades eróticas da língua e dos dedos.
Antes de mais nada: essa não é uma crítica ao falo. De forma alguma. Ele é útil, a gente usa e gosta. Bastante. É realmente envaidecedor vê-lo reagindo aos nossos estímulos e se transformando de tímido e assustado em suntuoso e implacável. Aliás, só uma coisa dá mais tesão numa mulher do que causar tesão: ser excitada. E aqui entram a língua e os dedos. Literalmente.

  Acredite se quiser, mas não somos uma seqüência de buracos dispostos ao seu bel-prazer (eles também servem ao nosso). E é exatamente assim, bonecas infláveis, que nos sentimos quando não somos devidamente investigadas, quando tratadas feito pizza fria: comida às pressas. Temos pele, cabelos, pernas, braços, virilha, uma série infindável de territórios pouquíssimo explorados pela maioria dos machos e, vou te contar, é uma delícia sentir a mão de um homem passando por nossas coxas, ultrapassando a barreira do elástico do sutiã, puxando de leve o cabelo perto do pescoço. Os dedos percorrendo a pele fininha do nosso seio, a língua tocando a orelha – mais do que o carinho em si, esses gestos traduzem a dedicação, o envolvimento com nosso corpo. E é aí que nos sentimos vistas, exploradas, únicas.
E então nos invade a vontade incontrolável de virarmos a mais competente das devassas, utilizarmos sabiamente sua ereção e fazê-los (e a nós também, claro) gozar feito loucos. O melhor círculo vicioso do universo.

Depois de vislumbrar a miríade de possibilidades que o encontro de dois corpos (inteiros) nos reserva, beira o impossível compreender qual o raciocínio tortuoso que leva um homem a resumir o sexo ao bate-estaca. Não tiro o mérito da penetração porque, serei justa, é um momento crucial na transa. Se sexo fosse cardápio, meu pedido seria o combo número 1: língua + dedos + falo. A ausência de qualquer um dos itens causa a mesma sensação de ir ao Mc Donald’s e não pedir refrigerante e batata frita: parece que nem estivemos lá. Ser penetrada é crucial, gostoso, íntimo, invasor, impactante. Mas, se isso fosse suficiente pra satisfazer as mulheres, vocês teriam, há milênios, sido substituídos pelos pepinos.

Vocês estão pouco se importando com o orgasmo feminino? Se somos assim tão independentes, a gente que se resolva? Se gostamos tanto de dedo e língua, por que não viramos lésbicas? Se você transa com a única intenção de botar pra dentro, sugiro que
desista dessa coisa chata, repetitiva e reclamona chamada mulher e entregue-se sem culpa ao reino vegetal: bananeiras e mamão morno são ótimas opções – macios, molhadinhos, não conversam depois de transar, não pedem pra ficar abraçados nem questionam seus sentimentos por eles.

A verdade é uma só: homem que não curte preliminares não gosta de mulher, gosta de buraco. Sendo assim, que tal um tórrido momento a dois com uma estonteante mesa de sinuca?