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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Sexo no carro


Era uma noite de sexta-feira e fazia muito calor. Fui para a faculdade como um vestidinho leve, soltinho e é claro, sem calcinha. As aulas estavam chatas e o tempo demorava a passar, minha vontade não era estar ali, pois após a aula tinha um encontro com o Pedro, um carinha que estava saindo a alguns meses e que me levava à loucura.
 
Ele chegou na hora marcada para me buscar e foi só eu entrar no carro, no estacionamento da faculdade, para começarem os amassos. Foi logo me dando um beijo de tirar o folêgo e depois falando ao meu ouvido que eu era uma delícia, baixou a alça do meu vestido e chupou meu seio me deixando louca de tesão. Nessa hora nem percebemos que havia gente no carro ao lado.
 
Saimos da faculdade em direção ao motel mais próximo. No caminho, eu  o chupava, colocando  todo dentro da minha boca. Pedro não sabia se dirigia, ou se passava a mão em mim, que nessa hora já estava toda molhada.
 
Fomos em três moteis, mas estávamos sem sorte, pois todos estavam lotados. Ele decidiu então entrar em um drive-in que ficava na estrada, pois não estavámos aguentando mais de tanto tesão.
 
Saimos do carro e ele foi logo tirando meu vestido, me deitando no capô do carro e me chupando. Sua língua era uma delícia, fazia movimentos de cima pra baixo, lambia meu clitóris e ele esfregava seu rosto na minha b* molhada.
 
Perdi as contas de quantas vezes gozei olhando a lua e implorando que me comesse gostoso, pois queria sentir aquele p* todinho dentro de mim. Depois Pedro me virou de bruços e me penetrou com força. Fazia movimentos rápidos de vai e vem, puxava meu cabelo e me chamava de gostosa. Louca de tesão pedi então para chupar seu p* gostoso. Dessa vez foi ele que se encostou no capô do carro e eu o chupei, lambi e engoli aquilo tudinho.
 
Fomos para dentro do carro, onde fiquei de quatro no banco de trás e ele me comeu gostoso, dando tapas no meu bumbum. Mais uma vez gozei… Quando senti que ele ia gozar também, pedi que gozasse na minha boca, pois adoro sentir seu gozo...

Pedro atendeu meu pedido, gozou . Fazendo com que eu pedisse bis… Mas essa é outra história que conto em outra oportunidade…

quarta-feira, 7 de março de 2012

Três homens e Luma !

Numa noite de sábado Luma recebe uma ligacão, era seu amigo Bruno. Ele a convidou para sair, como ela estava carente em casa, resolveu ir.
Uma hora, ele disse. Estarei aí pra lhe pegar!
 Luma pegou seu vestido, na verdade seu MICRO vestidinho branco. Uma calcinha fio, com estampa de oncinha e um salto. Foi ao banheiro, tomou aquele banho relaxante e demorado. Passou um creme que deixava a pele deslizante e cheirosa, e se vestiu.
Bruno chegou na hora combinada. No carro Bruno não estava só, levou mais dois amigos.
Quando Luma chegou, as palavras faltaram a todos.
Luma ficou surpresa por ver que o Bruno não estava só, mas não se intimidou.

- Oi meninos. Qual a boa de hoje?
- Você. Responderam!

Foram a uma boate bem badalada. Ela o centro das atencões, todos queriam ver aquela loirinha de cabelos longos, pelos dourados, pernas torneadas, deixando a transparencia do vestido mostrar o que tinha por baixo.

Depois de algumas doses, ela tava mais solta que nunca. Chegou ao ouvido de Bruno e sussurrou :
-Vamos? ta na hora de brincar!

Os amigos de Bruno, Lucas e Cauã ficaram loucos. E sairam o mais rapido possivel de lá.

Chegando no carro, Luma convida os meninos pra irem atrás com ela, enquanto Bruno dirige.
A brincadeira comeca ali mesmo.

-Sou toda de vocês, usem! Falou levantando o vestido.

Não perderam tempo. Foi uma briga de mãos na  bct  de Luma, suor, saliva, gemidos.

Chegaram ao destino, MOTEL. Luma desceu do carro sem vestido, de fio dental e salto , apenas.

-Hoje eu sou a putinha, podem fazer o que quiserem!

Bruno pegou os cabelos de Luma, e a empurrou na parede. Lhe deu um beijo forte, e desceu. Devagar, lambendo seu seio, umbigo, e parou nela.
Cauã e Lucas foram nela também, e a disputa era grande. Luma ficou de quatro, e os três se deliciaram com a visão, Bruno meteu gostoso, ela gemia.
Lucas sentou no sofá, luma cavalgou gostos nele. Cauã veio por trás e lhe fez a dupla penetracão, Luma delirou naqueles P* ... Assim que terminou, ela não se cansou e queria ve-los gozar no rosto dela. Mandou os três ficarem em pé, na sua frente. Se agachou e fez sexo oral. Comecou lambendo o p* de Bruno, bem devagar, na cabecinha e depois todo, o sugando forte e devagar ao mesmo tempo... Depois o do Cauã e por ultimo o do Lucas... Alternando com uma masturbacao beem gostosa. Os três quase gozaram no mesmo instante, no rosto dela. E o sorriso de Luma não negava, ela gostava da situacão de ter três P* ao seu dispor!

sábado, 30 de abril de 2011

Conto erótico : Homem Tímido ... Os melhores!

Por que mandou  me chamar? – ele perguntou  depois de um longo silêncio.
- Porque gostei de você.
- Desculpe, isto é uma brincadeira ou a senhora está a tentar me por à prova?
 - Não… - Eu interrompi!
– Não é brincadeira nenhuma ou talvez seja… Quanto a pôr-te à prova vamos ver... quero  te conhecer.
Gostei de você, e a você que eu quero.
- Mas por quê? – ele corou.
- Porque só gosto de homens tímidos.

Ele engoliu em seco fazendo careta. Tinha 26 anos, mas não parecia nada experiente. Todo aquele ambiente parecia contrastar com a sua postura reservada, quase acanhada.
Estávamos ambos parados no corredor que dava para a minha sala e não era o melhor  lugar para se……….conversar!
- Vamos sair daqui. – Eu disse-lhe.
- Para onde?
- Importa?
Levei-o para a minha sala. Sentei no sofá e indiquei que se sentasse, e estive a observar o seu silêncio.
Tirei a sandália, e estive a brincar com os meus pés nas suas pernas. Ele parecia tremer.
- Tens medo de mim?
- Não, não é isso.
- Então é o quê?
- Na verdade… nunca imaginei que estaria com uma mulher como a senhora
- Então não imagines nada… Deixa acontecer…
- Não sei o que fazer.
- Não precisas… Deixa que eu faço tudo.

Sentei-me no seu colo. Tirei a minha blusa e fiquei com meus dois seios nus, bem à frente dos seus olhos. Parecia que ele estava a ver  uns seios, ao vivo, pela primeira vez na vida. Peguei nas suas mãos e coloquei em cima deles, devagar.
- Podes tocar…
Ele tocava, apertava, como se experimentasse pela primeira vez, como se fosse comprovar que eles eram mesmo reais.
- Também podes colocá-los na tua boca… - Eu sugeri já a colocar  os meus peitos bem perto dos  lábios dele.
Tirei-lhe a camisa. e encostei meus seios, rijos, quentes e molhados pela sua saliva.
- Gostas? – Perguntei
- Muito. – Ele respondeu, quase a gaguejar. 
 
Desencostei-me e saí do seu colo.
Abaixei-me e tirei os sapatos dele,continuei de joelhos e abri o fecho da sua calça. Senti que as pernas se contraíram ,deixei que ele continuasse de calça... e o fiz subir pelas paredes com minha boca...


Continue em sua imaginação...

quarta-feira, 27 de abril de 2011

CONTO ERÓTICO : Quem desdenha quer comprar

Começou por abrir-me as pernas, empurrando os joelhos, arreganhando-me no sofá. Suspirei densamente; ele ficou me olhando, reparando em como minhas coxas se juntavam e pouco mostravam da calcinha ou dos gordos lábios por trás dela. Chegou mais perto. Encostou o nariz. Ficou empurrando o rosto, separando-me as coxas, e nesse momento eu já miava, entorpecida.
“Mas por que você está assim? Você nem queria me beijar…”, ele dizia, e eu miava, miava, e me contorcia, e pedia desculpas por ter demorado tanto tempo, que ele era bom de me tratar assim. Tentei levantar o tronco, desencostá-lo da poltrona, mas ele me empurrou e me segurou contra o encosto, e ficava me mordiscando a BCT, mordiscando… e eu queria tocá-lo e ele não deixava. Reclamava, reclamava, reclamava, e ele mais invadia, e nesta hora já me lambia direto, dentro da  BCT, e eu pedia por favor, por favor, entra em mim.
Ele mandava calar a boca, “não estou entendendo nada”, e ficava só lambendo, dedilhando o clítoris, afundando um ou dois dedos, inteiros, dentro de mim.
Eu retorcia o ventre, não me aguentava mais, e remexia em vai e vem atrás dos dedos dele, da língua dele, fosse o que fosse.
“Entra em mim, entra em mim”, e ele gemeu desdenhoso, e apenas abriu mais os meus lábios gordos, com os polegares, e mordeu concentradamente o meu clitoris. Gritei mais uma vez “por favor” e ele mais uma vez mandou-me calar, e disse ainda que, se eu antes não queria, agora não ia ter. Castigava-me porque eu só o quisera depois de muito desdenhar, quando ele arrumou uma namorada. E quando apareci na casa dele e pedi que me fizesse gozar, ele lembrou, não pedi que fosse com o pau.
Eu implorava sem parar mas ele dizia: “Hoje não; não estou com vontade”, e eu só conseguia urrar enquanto ele me masturbava, porque eu queria, queria tanto, e ele só me preparava. Pra nada.
Gozei uma vez, duas vezes, três vezes, e cada gozo era maior e mais desesperado, mais desejoso, mais ansioso, e eu implorava sempre e mais, baixinho, bota em mim, bota em mim… Ele fazia cara de tédio, e continuava a me enfiar os dedos, e enfiara tantos, que eu mais uma vez tremia, convulsiva, sobre aquela mão. Repeti que ia morrer, ia morrer, e aí ele parou, e disse “então não morre mais”. Deitou-se calmamente, e ia já fechando os olhos quando eu pulei sobre ele, pulei como uma louca, e ele disse mais uma vez “não vou entrar em você”. Então eu o chupei. Chupei-o, tão somente. E lambi tanto a glande, o saco, a boquinha da cabecinha, que já estava de novo molhada, e de novo já gemia, e mexia meu rabo, desbaratada, querendo engolir seu líquido, que me invadisse a boca e escorresse por dentro e me vazasse pelas pernas.

por Patricia Bárbara

domingo, 3 de abril de 2011

Conto erótico : O desejo

O olhar dele naquela noite já estava diferente quando nos vimos, tinha desejo puro e só de olhar me passaram mil coisas safadas na minha cabeça, já comecei a ficar excitada. Saimos, demos uma descupa qualquer e fomos pra casa dele, tudo escuro, nem precisamos acender a luz. Quando chegamos já encostei ele na parede e peguei no pau dele, estava duro, fiquei mais excitada ainda.

Deixei ele na vontade e fui pro quarto dele, estavamos sozinhos, enquanto ele foi na cozinha beber água, tirei toda roupa e fiquei so de calcinha e soutien embaixo do lençol. Joguei as roupas bem na porta do quarto pra ele ver assim que voltasse. 

Quando ele entrou, foi automático,olhou pra mim com olhos de quem ia me comer como nunca,veio andando por debaixo do lençol beijando meus pés, subindo pelas coxas e dando mordidinhas na minha buceta, eu já estava enlouquecida!!!!!!!!

ele subiu mais um pouco, beijou meu umbigo e me olhou com uma cara de safado, segurou minhas mãos e afastou com os dentes meu soutien fazendo com que sentisse imediatamente sua lingua em meus mamilos, sabia que aquela transa ia ser inesquecivel.
tirou meu soutien e imediatamente desceu sua mão por dentro na minha calcinha me masturbando vigorosamente, susurrei no seu ouvido "devagar" e ele começou a massagear carinhosamente até eu não aguentar mais de prazer, desceu mais um pouco e fez um sexo oral enlouquecedor, não perdi tempo e fiz nele também, na mesma hora, um 69, coloquei seu pau na minha boca o mais fundo, ele gemia e chupava com mais força minha buceta, tava muito gostoso.............

beijei sua boca e nossos corpos ardiam em chamas, subi em cima do pau dele, e conforme ia entrando ia ficando mais gostoso, fui bem devagarzinho, gemendo no ouvido dele, que me dava mordidas, fiquei em cima dele fazendo um vai-e-vem gostoso, ele dizia: assim mesmo!!!!!!!! e lambia meus seios
Depois fiquei de quatro e ele meteu em mim por trás, dei um grito de prazer, adoro ficar de quatro pra ele, enquando metia, ele me masturbava e eu enloquecia. "você é muito gostoso" eu gritava pra ele, que ficava cada vez mais com tesão ele tirou o penis de dentro de mim e esfregou no meu clitoris, pensei que ia enlouquecer, puxou meus cabelos e metia com força, bem gostoso, delirei........

quando foi gozar me deu um beijo nas costas e foi parando devagarzinho, ficamos deitados juntinhos, minha perna tremia, minha respiração ainda estava ofegante... a nossa melhor transa, mais apaixonada... mais gostosa. 

Colaboração do leitor(a)

quarta-feira, 9 de março de 2011

Conto erótico : Tentação

Recebi ontem um email de uma leitora, com este presente: Um novo conto! E assim dizia...



Hoje, uma quinta-feira, como todos os dias, fui a escola,encontrei todas as pessoas,nomalmente!
beem,ate a hora do intervalo! Me deu uma dor de cabeça e decidi ir pra casa,quando vejo um Homem que trabalha lá perto da minha escola,o nome dele é Marcos,ele ficou me olhando,foi tão profundo,acho que ele me comeu com os olhos!
Ele chegou até mim e disse que meus olhos eram lindos, ficamos conversando,a voz dele parecia tocar a minha nuca,dava um desejo,varias vezes tive vontade de beijá-lo,tive tanto tesão por ele,eu decidi ir embora,afinal um homem lindo,com aquela voz,CASADO,jamais iria se interessar por mim,disse que iria para casa que estava com dor de cabeça,ele levantou imediatamente e me ofereceu carona,fiquei imaginando eu e ele num carro,"será que vou resisti?",eu aceitei mas me conformei que isso não passava na cabeça dele,mas os olhos dele estava me excitando,e não sabia como evitar olhá-lo.

Entrei no carro,e ele começou a dirigir,quando colocou a sua mão no meio das minhas coxas!
Nossa,eu pirei!Coloquei a minha mão em cima da mão dele e apertei, ele parou o carro numa esquina e me pegou pelo cabelo e me deu um BEIJÃO! Nunca me senti tão desejada como naquele momento,nossa ele me apertava tanto nas coxas,adoro ser apertada,ele me puxava para cima dele,estava possuída de desejo por ele,e não conseguia parar,seu carro era preto,com os vidros fumê,podíamos fazer o que quiser ali que ninguém ia nem notar,mas um homem atrapalhou! nossa fiquei puta da vida! pois o rapaz queria sair com o carro da garagem e o carro que estávamos estava atrapalhando a passagem,ele saiu ai eu pedi para ele me deixa em casa que eu estava atrasada! (que atrasada que nada,me bateu um medo naquele momento e disse essa besteira)ele me deixou em casa e pediu meu número.

Nos dias seguintes ele me mandava torpedos,eu fiquei dividida,pois tinha namorado e ele era casado e muito mais velho do que eu,mas não parava de pensar naquela mão maravilhosa,naquela boca! e as suas mensagens eram taao excitantes! "quero te chupar todinha" "minha gostosa,quero te comer,chupar sua buceta",era mais forte do que eu,na outra semana eu liguei pra ele,disse que queria terminar o que começamos,ele perguntou se podia ir me buscar,eu disse que hoje não,pois meu namorado estava para chegar,ele disse que estava nas minhas mãos,que quando eu estivesse livre ligasse para ela,meu namorado chegou,ele estava diferente,mais quente! já chegou me beijando,e eu não tirava o Marcos da cabeça!
Meu namorado estava muito afim de transar,e eu estava exitada,não por ele mas pelo Marcos!
transamos,fiquei imaginando tudo aquilo com o marcos,foi bom,muito bom,mas e o Marcos?
No outro dia eu liguei para ele,"Marcos,você está livre agora?" eu não estava me aguentado mais!
Tomei banho,coloquei um vestido,sem calcinha e esperei ele no lugar marcado,ele parou o carro e eu entrei,fui logo perguntando: "pra onde vamos?" ele:"pra minha casa" eu:"você num é casado?"
ele: "minha mulher esta no trabalho e volta tarde"
eu fiquei calada,queria muito,mas estava com medo outra vez,mas dessa vez eu vou seguir em frente!
chegamos na casa dele,ele me pegou pela mão e me jogou no sofá,começou a me beijar,foi ate embaixo e abriu minhas pernas, N-O-S-S-A! nunca fui tão bem chupada na vida

pensei que iria gozar ali mesmo! comecei a tirar a sua roupa,ele me levou ate seu quarto,eu me soltei! joguei ele na cama e abri sua calça,era médio e grosso,como eu adoro,chupei muito,ele era muito gostoso! ele me pegou de uma forma! tudo que ele fazia era bem feito,transamos muito,de varias posições,foi ótimo,transamos duas vezes na casa dele,foi tão bom,ele era muito gostoso.
ele disse que a sua mulher estava para chegar,tomei banho e ele me levou para casa,na porta da minha casa ele me deu mais um daqueles beijos dele e pediu para eu ir ate o banco de traz do carro,eu não perguntei nada e fui,ele abriu a minhas pernas e começou a me chupar novamente,e eu dizendo "aqui não" e ele continuou e eu não resisti mais uma vez,fomos para o banco da frente e transamos ali,eu encima dele e ele chupando meus peitos,ate que ele gozou rapidinho,dei um beijo nele e sai,entrei e fiquei imaginando quando iria acontecer de novo...

quarta-feira, 2 de março de 2011

Conto erotico : Dormindo no onibus


Dormindo no ônibus

Oi, me chamo Flávia e sou uma leitora assídua do blog da minha amiga Renata, então resolvi compartilhar algo que me aconteceu. Certo dia sai de casa obedecendo a minha rotina diária de pegar aquele “busão” para ir ao trabalho, sendo que mais atrasada do que de costume, o que não me permitiu realizar o ritual matinal que é o de gozar enquanto tomo aquele banho, é isso mesmo eu preciso fazer isso pra relaxar e poder encarar o dia melhor. Para minha sorte o ônibus não demorou a passar, mas como estava atrasada não consegui lugar para sentar, e também não vi ninguém conhecido pra segurar minha pasta, ao passar da roleta encostei próximo a um rapaz meio sonolento, mas que ao ver-me se prontificou a segurar a minha pasta, como ele era um tanto atraente imaginei que iríamos conversar um pouco, mas que nada, ele começou a cochilar. 

O ônibus começou a encher e logo me vi presa, quase caindo por cima do rapaz que segurava a minha pasta, que continuava a cochilar, pra minha sorte atrás de mim parou um homem de aproximadamente uns 35 anos, de expressão séria, e ele também estava bastante cheiroso (se tem algo que gosto é de homem cheiroso), e muito respeitador, pois dava pra perceber o esforço que ele fazia pra não encostar em mim, mas só que com o balançar do ônibus de vez em quando era inevitável o contato, passei a perceber que ele estava excitado, não fiz muita questão, pois ao olhar pelo reflexo do vidro, claramente dava pra ver que era algo involuntário, pois ele evitava até olhar pra mim, como se estivesse envergonhado pela situação, e aquilo me fez sentir bem, sentir-se desejada me deixa excitada, não faço o tipo mulherão, tenho 1,60m (sem salto, mas costumo sempre usá-los), peso 55 Kg bem distribuídos, seios médios, pernas grossas e um bumbum empinado, penso da seguinte forma, quem faz a mulher é a roupa que ela veste, e eu sei me vestir bem, estava com um vestido de malha, um pouco folgado, pois nesse dia estava fazendo calor. 

O ônibus já estava completamente lotado, o homem atrás de mim já tinha encostado de vez em mim, e eu sentindo o seu pau duro em contato com a minha bunda, o que já tinha me deixado excitada ao ponto de ficar molhada e pra não cair por cima do dorminhoco, apoiei minha perna no encosto da cadeira dele, quando num certo momento ele caiu para o meu lado encostando o seu ombro exatamente entre as minha pernas, o que foi como levar um choque, pois eu já estava molhada sentindo a excitação do homem atrás de mim, não tive reação para me movimentar, até mesmo porque o ônibus estava muito cheio e não tinha praticamente como me mexer, na verdade o tesão tomou conta de mim, e resolvi aproveitar o momento, e sempre q o ônibus balançava e que eu sentia a pressão do pau por trás de mim, eu também fazia uma pressão no ombro daquele rapaz que cochilava, roçando minha buceta que já estava latejando, fazendo com que eu sentisse a minha calcinha entrando e dividindo-a, proporcionando uma maior sensação ao encostar no ombro do rapaz, e coincidentemente estávamos chegando ao fim da viagem, o que fazia com que as pessoas começassem a descer do ônibus, aumentando a freqüência de pessoas que ao passar empurravam aquele homem cheiroso que pressionava seu pau contra a minha bunda, ao mesmo tempo que eu me aproveitava do ombro daquele rapaz, num certo momento, quando o ônibus parou, e várias pessoas começaram a descer, e o motorista ameaçava sair com o ônibus, e ainda existia muitas pessoas ainda dentro do ônibus que iam descer, a coisa ficou um pouco fora de controle, o que gerou um grande empurra-empurra, e pessoas gritando “vai descer motorista”, comecei a ficar um pouco zonza de tanto tesão, pois parecia que o pau daquele homem ia rasgar a minha roupa de tão duro que estava e eu já estava com minhas pernas abertas sarrando no ombro daquele rapaz, daí eu me segurei na parte de baixo do ferro, no encosto da cadeira, sem querer acabei deixando minha mão na altura do pau de um outro homem que não consegui nem ver como era, mas que naquele empurra-empurra, encostou com seu pau na minha mão, onde mesmo não estando duro, consegui identificar que era uma pau bem gostoso, e aquilo foi demais pra mim, aquele homem cheiroso sarrando seu pau na minha bunda, eu sentindo o pau daquele outro homem roçando na minha mão, e eu com minha buceta toda molhada pressionando-a contra o ombro daquele rapaz, não consegui me segurar, e com apenas uns dois movimentos mais intensos consegui gozar, sentindo o gozo escorrendo pela minha coxa, logo em seguida o rapaz que dormia, se levanta assustado, gritando “vai descer”, eu fiquei ainda mais assustada, ele coloca a minha pasta no assento, e quando eu digo “obrigada”, ele olha nos meus olhos, da um sorriso muito safado e responde “não há de que”, eu evito encará-lo e trato de me sentar, pois estava com as pernas bambas da gozada que tinha dado, e quando levanto a cabeça imaginando ver o homem que estava por trás de mim, o ônibus já não estava tão cheio fazendo com que ele já não estivesse mais ali, só me restava descansar um pouco, pois faltavam poucas paradas pra descer, então fiquei curtindo a incrível sensação pós orgástica, e ao descer do ônibus estava de volta a minha querida rotina diária.
Espero que tenham gostado do relato dessa minha experiência um tanto inusitada, mas que foi muito gostosa, quero saber o que todas vocês acharam, como também aguardo pra ler alguma historinha, beijos!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Conto erótico : Os amantes

Camila, dona de casa, mãe de dois filhos pequenos. 

André, casado pai de um filho pequeno.

Eles se conheceram quando o marido de Camila os apresentou, nada demais! 
Passaram-se alguns meses e até anos... Um dia, numa festa entre amigos, olhares se encontraram e se desencontraram, pois sabiam que isso não ia dar certo! E os olhares insistiram em se encontrar, e o desejo aumentar. Como assim?! Logo os dois, pessoas confiáveis.

 Alguns dias passaram, e ele da cabeça dela não saiu. E ela na cabeça dele fez morada!
Pronto, bastou-se ele a encontrar com frequencia a sós, pra ele criar coragem e falar oque sentia, oque queria. E foi reciproco com ela.
 Marcaram de se encontrar, distante de tudo e de todos. Não podiam se arriscar, estava em jogo casamento e amizade.
  Chegaram no local marcado.Os olhares com timidez ja tentavam não se encontrar, a voz queria calar. O desejo era maior.
  André, suava. Um suor gostoso. Um suor que fazia Camila se arrepiar toda.
Camila,estranhava a situação. Amigo do marido. Mas o desejo falou mais forte.
Então se beijaram.Aquele beijo guardado há tanto tempo.

As mãos encontravam oque queria,passeando pelo corpo do outro. Os beijos se intensificaram.
Então ela se abaixou, e fez ele suar.De desejo.
André a pegou forte, deitou na cama e comandou a situação.
Eram só eles ali.
Eles transaram, como ja não haviam transado há muito tempo, em suas vidas de casados. Tinham seus motivos.

Ela por cima dele, resistia ao gozo. Queria mais.

-Bate, bate forte. Puxa meu cabelo. (Comandava Camila)
André obedecia feliz.

Depois de tanto prazer que se deram. Exaustos, suados.Resolveram ir embora. Não porque queriam,
tinha que ir.

Em Camila ficou aquele gosto de quero mais. Será que vão continuar?! Não se sabe, muito arriscado.

Neste dia ela dormiu pensando nele. e acordou.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Conto erotico: A danca

Observei-a embalando ao som da música lenta e envolvente. Ela saiu do banho com os cabelos longos e molhados, enxugando-os com a toalha, como se não tivesse compromisso com o tempo. Como se eu não estivesse ali. Era bem resolvida de todas as formas. Uma mulher que encanta conforme a conhecemos. Educada, inteligentíssima, linda e sensual... Nossa! como a beleza dela me cegava! Sempre tentei deixá-la passar despercebida, mas nunca consegui. Aqueles cabelos volumosos e compridos que enquanto ela secava se olhando para o espelho, batia o reflexo do sol em seus olhos cor de mel e deixando à mostra aquelas curvas dos deuses. Não era como nenhuma daquelas mulheres de revistas, mas tinha um ar tão encantador e sensual que poderia seduzir qualquer um. Qualquer!



Enfim me olhou, ainda dançando. Ela também me desejava. Seu quadril embalava lentamente, enquanto seus olhos fechavam, seus cabelos passeavam pelo rosto e seus pés ritmavam a dança, que eu não sei qual é, mas me fazia entrar na onda da música e desejar aquela mulher cada vez mais. Tirei meu casaco, me apoiei na cama com os cotovelos, para olhá-la confortavelmente. Meu tempo parou junto com o dela. Nossos relógios não tinham hora para girar.



Uma gota ainda do banho quente que ela acabara de tomar, escorria pela sua pele, passeou pelos seus seios firmes, parou no bico rosado, duro... E continuou a descer. Minha pele é que ficava arrepiada só de olhar. Meu mastro já estava de pé, meu corpo implorando por meu objeto de desejo e meus pés dançavam a música daquele ambiente tão aconchegante. Eu queria mostrar a ela que eu poderia ir além da nossa imaginação, que eu abraçaria ela e pararia o mundo para sentir aquele corpo.E sem falar uma palavra, o fiz.



Talvez ela tenha escutado meus pensamentos, afinal, aquele momento era somente nosso. Puxei-a pelo quadril, ela sorriu linda, como sempre. Empurrei o corpo dela para baixo, ela se ajoelhou e ficou de frente para mim. Coloquei minha mão na sua nuca, enquanto a outra passeava por aquele corpo cheio de curvas. Dei-lhe um beijo cheio de tesão. Um beijo que esperei naquela manhã, ou tarde, não sei... O tempo definitivamente não importava. Meus beijos foram descendo, beijei-a no queixo, no colo, os seios... Ah, os seios...



Beijei com vontade, mordisquei, chupei-os. Ela fechava os olhos e sentia nossa dança. Segurei-a no colo e a coloquei na cama. Ela se entregou, deixando nosso prazer explodir a qualquer momento. Desci para seu sexo e minha língua passeou ritmada com a música, deixando ela se contorcer nesse espetáculo musical. Fechei os olhos e deixei meu corpo fazer o que tinha vontade. Ela, ainda trêmula, se ajoelhou e caiu de boca no meu mastro. Movimentos de vaivém com uma desenvoltura invejável, uma boca de anjo, um corpo de mulher, uma vontade de animal...



Segurei-a pelos cabelos e não deixando terminar de me sugar, coloquei-a deitada e entrei no paraíso. Ela gemia de prazer, de dor e de tudo o mais que nem ela e nem eu sabíamos. A música mudou. O ritmo também. Nós suávamos e deixávamos escorrer nosso suor por aquela cama, que fora cúmplice de tudo aquilo que acontecia. Mudamos de posições até que ela ficou em cima de mim. Com aqueles olhos e aquele corpo quente, apertado, não pude me conter, ela previu e relaxou também, fazendo com que gozássemos juntos e derramássemos nosso prazer. Gozamos forte, compassados. Ela me abraçou e disse uma frase em meu ouvido que jamais esquecerei. Ela é A mulher.


Ludmila Roumillac.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

CONTO EROTICO: Sexo virtual

 Olaa pessoal, o nome da personagem de meus contos foi decidida, O nome: SARA.

SEXO VIRTUAL...

Sara estava naqueles dias,onde tinha que comprovar sua sensualida e poder de conquista sobre os homens!
 Em casa, sem fazer nada resolveu navegar na net. Foi direto a uma sala de bate-papo de sua cidade.
La haviam muitos homens querendo e desejando falar com ela.Mais um chamou a sua atencao.
Era um com o nick MISTERIOSO,entao ela resolveu ver oque ele tinha a oferecer. Sara adorava esse jogo de seducao, e de misterio. Preferia os
caras mais timidos, do que os atrevidos!
 O MISTERIOSO, comecou a teclar com ela, sempre com ar  de misterio.Sempre com charadas, e joguinhos de seducao. Ela gamou!
Foram para o MSN, onde seria mais reservada a conversa!
Ele(o MISTERIOSO),nao tinha foto , mas resolveu ligar a web cam,para mostrar como ele era. Sara se derreteu toda,ao ver como ele era lindo...
Sorriso encantador,muito lindo mesmo,parecendo um garotinho, e isso a Aticou mais e mais...
Nao demorou muito e a conversa foi ficando quente,ele pedia fotos sensuais de Sara, e ela enviava, talvez pra ele sentir um pouco dela  perto dele tambem.
  O calor em seu corpo foi aumentando, o tesao por aquele desconhecido lindo transbordava por seus dedos, e eles ali separados pelo computador.
Eles resolveram fazer sexo,virtual,porem sexo maais carnal que podiam fazer naquela hora!

-Felipe,quero ver voce delirar, como se eu estivesse ai. (Felipe,o nome dele, que ela descobrira a pouco tempo)

Por sua vez, ele comecou a se tocar em plena web cam,Sara foi ao delirio, em ver aquele Deus grego se derretendo por ela.
Ela nao ficou por baixo e tambem se tocou, e muito.Se arrepiando, como se oque ele escrevia,estivesse sendo dito ali, ao pe do ouvido!
A umidade tomou conta de todo seu corpo.E ela gozou,ao ver o Felipe gozando,sendo submisso ao seu prazer, sem ao menos ela o tocar!

Ufaa... E o desejo nao acabou ali. Na verdade aumentou mais e mais. Decidiram se encontrar um dia,pois ele nao mora na mesma cidade que ela.

Ela por sua vez,desligou o pc e foi pra cama.Naquela noite Sara dormiu com Felipe.Em pensamento,em toques e gemidos!




Por : Renata Ferreira

sábado, 23 de outubro de 2010

CONTO EROTICO: A descoberta de uma safada!

Ola pessoal, venho aqui postar alguns contos de minha autoria, queria a ajuda de vcs pra me ajudar a 
escolher um nome pra minha personagem. Por enquanto vou chama-la de PIMENTINHA... Mas queria 
sugestões de voces , pra um nome em que eu possa chama-la! (OPINEM NOS COMENTARIOS).





Numa tarde de sabado o telefone toca, era a Bruna a convidando PIMENTINHA para sair a noite. Como de costume, ela aceitou ja que sua amiga sempre tinha os melhores programas!

As 19:00 come
çara a se cuidar, tomou um banho demorado, se enrolou na toalha e foi se trocar. Em seu quarto pegou o hidratante corporal que mais gostava, o que tinha cheiro de frutas vermelhas e passou cautelosamente por todo seu corpo, primeiro pernas, bumbum, barriga e subindo, subindo...

Pegou o vestido mais curto e decotado que havia no guarda-roupa! Nao sabia o porque,mas queria arrasar naquela noite!
Chega Bruna, e em seu carro ela nao esta so,tem mais 3 amigas! PIMENTINHA entra e cumprimenta a todas. Eram lindas, uma loira corpo de violao, com uma blusa tomara q caia, deixando a mostra seu bronze.As outras eram morenas,cabelos longos pretos, porem uma beem magrinha, ja a outra um corpo esculpido!
Chegando na festa, fizeram sucesso, todos os olhares eram pra elas, muita mulher bonita juntas da nisso!
PIMENTINHA sempre recatada, gostava dos olhares,mas era timida! Ate chegar um cara,muito bonito, alto,moreno e de olhos verdes.

- Ola. Disse ele,numa voz grossa.
- Ola.
- O que uma mulher t
ão linda faz sozinha aqui?
- Nao estou so. minhas amigas estao dancando. Disse ela ,timida ainda.
- Vamos tomar algum drink?
- Uma boa ideia. Disse ela.


Ele pegou um drink. PIMENTINHA bebia rapidamente. Sinal de que estava empolgada com ele por perto!
Terceiro drink. Ele ja animadinho, pois PIMENTINHA ja estava dan
çando solta,e desinibida!
Bruna ja estava a procura de sua amiga timida e recatada! Mas nao foi essa que ela encontrou! La estava PIMENTINHA , dan
çando e se agarrando com o bonitao.
Chegaram todas e ficaram admirando ELA, a outra PIMENTINHA! Todas ja estavam acompanhadas!  E uma delas com o dono da casa... TIVERAM UMA IDEIA!

A convidaram a uma festinha particular no quarto principal da casa. Todos os 4 casais subiram ao quarto, e PIMENTINHA nao ficou intimidada e foi!
ELA encontrou todos quase seminus, e se excitou ao ver aquela cena. O bonitao que estava com ela, a empurrou na parede, e lhe beijou de um jeito voraz.
a segurou pelo cabelo e fez com que PIMENTINHA se arrepiasse toda!
Quando olha pro lado, um casal ja estava sem roupa, na cama, naquele movimento lento e forte ao mesmo tempo. ELA ficou com tes
ão, e arrancou a roupa de seu parceiro.
Mordeu seus labios,lambeu sua barriga e desceu ate seu P* e fez um oral maravilhoso,lambia o P* ,lambia o saco e descia a m
ão ate a bunda dele...

- N
ão para safada!
- Ta gostoso ? quer que eu enfie o dedo cachorro?
- Vaii, que maravilha... Aaah, vou gozar!
- Vagabunda!!


E depois de saciar seu parceiro, ela resolveu ir para outro, o que estava com Bruna.
- Quer vir amiga?  Disse Bruna.
- Quero!


E la vai PIMENTINHA beijando o parceiro de Bruna. PIMENTINHA virou pra tras e viu Bruna so olhando, a convidou para chupa-lo tambem!
As duas chuparam gostoso ele, e uma lingua rocou na outra, ati
çando o desejo delas!

Comecaram a se beijar, e tocar o corpo uma da outra. PIMENTINHA desceu ate a BCT de Bruna, e lambeu gostoso. Brincou com o clitoris dela, e fez Bruna gozar em sua boca.

As duas ficaram de quatro,e pediram pro parceiro meter nas duas. Aquela visao maravilhosa fez latejar o P* dele!

E meteu forte nelas, enquanto batia na bunda forte e puxava os cabelos...

Cansaram de tanto prazer e tes
ão. La pras 4:00 da manha, ja estavam todos na cama,sofa e chão do quarto. Cansados e saciados rade tanto prazer!

PIMENTINHA saiu escondida,pegou um taxi e foi pra casa. Feliz por ter descoberto a PIMENTINHA que nao conhecia. Tomou banho e foi dormir.

Amanha e outro dia!

 


Por: Renata Ferreira

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

CONTO EROTICO : Existem coisas que só dão prazer de verdade quando são proibidas.

cSeis horas da tarde de uma sexta feira pachorrenta, Arnaldo estava em seu escritório, olhando a foto de sua mulher no porta-retrato, o telefone toca. Do outro lado da linha era Irineu, amigo de longa data, um porra louca, inconseqüente e farrista.
- Arnaldo, preciso de um favor seu.
- Fala Irineu, o que é que manda.
- Preciso do seu carro emprestado, o meu está na oficina e hoje eu preciso levar uns corpinhos para uma festa.
- Pô Irineu, não vai dar. Minha mulher viajou com o carro dela e eu ficarei a pé.
- Sem crise, vamos juntos na festinha. É batata! Sigilo absoluto, só gente a fim de bandidagem, casadas, casados, safadas e safados.
A conversa que se seguiu foi de uma canalhice abjeta. Arnaldo foi persuadido a ir à festa. Não oferecera resistência, estava curioso. Preparou-se com esmero, perfumou todo o seu corpo, besuntou-se de hidratante corporal, colocou uma camisinha no bolso. Levou apenas um preservativo, pois não pretendia usá-lo, o teria consigo por precaução. 

Arnaldo sempre fora fiel à sua mulher, porém tinha desejos por outras mulheres. O homem só é fiel por medo ou incompetência. Arnaldo era um medroso. Não que sua esposa não lhe satisfizesse, muito pelo contrário, era uma mulher belíssima, carnuda, lasciva. Era loira de pele bronzeada, olhos verdes e grandes, boca grande, lábios polpudos como dois pedaços de manga rosa, seios fartos e firmes, barriga lisa e sarada, coxas grossas e nádegas arrebitadas, um traseiro avantajado emoldurado por uma cintura fina. Uma mulher voluptuosa. Chamava-se Vanessa.

Vanessa era tida como uma mulher séria, entretanto notava-se o fogo a brotar dos poros. Pele quente, sangue fervendo. Arnaldo sentia um desejo imenso por sua mulher, ela era sua companheira, sua cúmplice em todas as horas e, principalmente, sua amante. O casal fazia de tudo sob os lençóis, mesmo depois de anos casados tinham arranques de desejo que duravam noites inteiras em ruidosas conjunções carnais. Para Arnaldo, Vanessa era a mulher perfeita.

Todavia, Arnaldo era homem e nós homens em algum momento da vida, ou em vários deles, precisamos provar outra carne, outro sugo, outra fêmea. Um homem que disser nunca ter desejado a mulher alheia é um mentiroso ou um pederasta. O sujeito quando adentra a casa dos quarenta ou se aproxima dela sente-se no afã de conquistar mulheres jovens e frescas. Arnaldo tinha ganas de possuir as estagiárias do local onde trabalhava, sentia calores quando as via em suas calças justas que delineavam suas coxas roliças querendo estourar as costuras. Arrepiava-se ao olhar os decotes generosos que desnudavam a pele alva e macia daquelas moças cheirosas e belas. 

Seguindo as orientações de Irineu, estacionou seu carro nas proximidades de uma praça onde estavam esperando três mulheres. Elas estavam avisadas da manobra e imediatamente embarcaram no veículo. Arnaldo sentiu um arrependimento, e se o vissem com aquelas ordinárias? Agora não adiantavam elucubrações, era fato consumado.
Conversando com elas descobriu que todas eram casadas. Falavam com vulgaridade, como prostitutas, queriam sexo, queriam ser possuídas. Arnaldo travou com aquelas mulheres e elas perceberam isso. No trajeto provocavam Arnaldo e se divertiam, gargalhavam como donas de cabarés. Arnaldo sabia que no local haveria mais algumas mulheres e uns poucos homens, amigos de Irineu. 

Chegando ao local combinado o grupo se encontrou com o restante do pessoal. Era uma casa ampla, a luz era mínima e a música estava alta. As mulheres dançavam em grupos. Arnaldo se interessou pela silueta de uma delas, loira, carnuda, dançava de costas para ele e rebolava. Tomou coragem e abordou a beldade.
- Vanessa?
- Arnaldo? O que você faz aqui?
Em arrepio percorreu sua espinha, sua mulher estava lá, suas pernas bambearam. Sem pensar muito Arnaldo tomou para si o que era seu de direito. Rasgou as roupas de Vanessa, roupas minúsculas que ela não costumava usar. Vanessa não se opôs, parecia estar se divertindo, usava uma calcinha de rendas, vermelha. Arnaldo arrancou aquela calcinha com os dentes e possuiu sua esposa com fúria. O fato de outras pessoas presenciarem o evento o excitava mais ainda. Sentia um prazer enorme, algo que nunca havia sentido nem com Vanessa ou com mulher alguma. Gozou como nunca d’antes havia gozado e disse:
- Quero o divórcio. Vou procurar outra mulher para me casar novamente e quero que seja minha amante.
Existem coisas que só dão prazer de verdade quando são proibidas.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

CONTO EROTICO : NANI, A DEVASSA!

 Texto para maiores de 18 anos. Contém linguagem com forte apelo sexual explícito.

Nani acordara animada, particularmente mais animada que o normal, naquela manhã. Estava decidida do cardápio a ser degustado durante a noite vindoura.  queria testar seus limites. Possuiria no mínimo dois homens. Queria sentir-se dividida, compartilhada, um latifúndio produtivo sendo expropriado à força. Nani queria uma situação de quase estupro, sentia desejo por isso. Gostava de andar no fio da navalha, de sentir medo, de temer por sua integridade física. Tudo isso deixava Nani excitadíssima.
Diante do espelho grande, que estava instalado na parede do seu quarto, Nani mirava sua silhueta esbelta e bem delineada. Queria ser homem por um momento, e possuir a si mesma, desejava seu próprio corpo e invejava os homens que se cevavam em suas carnes. Tirou sua camisola e ficou nua, toda nua, se tocava e de quatro, com as nádegas à mostra viradas para o espelho, se olhava. Sentia-se uma cadela. Cadela. O fogo do desejo era intenso. Munida de um vibrador Nani saciou-se e estremeceu em gozo. 


A noite caiu e Nani estava bem produzida. Discreta. Uma mulher de bom gosto, refinada. Usava um vestido vermelho, sem muitos adereços, com o comprimento até a metade das coxas. Era um vestido decotado valorizando seus belos seios. Nani estava decidida :rumaria ate uma casa noturna renomada da cidade onde faria suas vítimas.
O taxi estacionou em fila dupla em frente à boate.Nani desembarcou do veículo e atraiu olhares gulosos dos homens ali presentes. Passou pela multidão que enfrentava a fila de entrada sem olhar para ninguém. Olhava firme à frente. Caminhou em direção ao segurança, que barrava a entrada de todos, e em seu ouvido ciciou algumas palavras e sua passagem foi imediatamente liberada. Sempre séria Nani se desvencilhava da multidão. O lugar estava cheio. Estava tocando musica eletrônica, a preferida de Nani. Na pista  dançou, e rebolou, e requebrou, e suou e se esfregou em homens e em mulheres, e finalmente ficou muito excitada. A excitação arrepiava cada pelo do corpo de Nani. queria se lambuzar. Assim como Cleopatra, Nani queria banhar-se em sêmen de escravos Núbios. Na falta destes, Nani usaria algum transeunte presente na festa.


Uma mão firme agarrou o braço de Nani. Era um rapaz jovem, bem apanhado, vestia roupas de grife e sapatos caros, um homem rico. O seguinte diálogo foi travado entre os dois:
- Oi, tudo bem? Prazer, meu nome é Glauco, e o seu?
- Tudo bem. Meu nome é Nani.
- Eu estava te olhando dançar, seu jeito, você é uma mulher belíssima. Que Deus te conserve assim!
- Ah, obrigada! Galanteador você hein! – Aquele galanteio impressionara Nani, sem dúvida estava diante de um homem a ser respeitado por ela.
- Você está sozinha?
- No momento estou com você, conversando. Por enquanto. – E riu com um olhar melífluo.
Aquela tirada de Nani deixou o rapaz desconsertado. Demorou um tempo para ele retomar as investidas.
- Posso te pagar uma bebida?
- Pode. O que você está bebendo?
- ChampanhE. – De fato era mais um desses homens ostentadores, Nani apenas esperava que no mínimo fosse uma garrafa de champanha cara.
- Você não me disse se está sozinho.
- Estou com um amigo, mas não sei onde ele se meteu.
- Tem namorada, é casado?
- Na-não tenho namorada. Nem sou casado. – Essa gaguejada denunciara o meliante. Esse homem tinha o rabo preso.
- Sei. - Na verdade Nani não se importava, queria sexo e havia gostado do rapaz.
- E você? É casada?
- Isso importa?
- Não, na verdade não muito.
- E o seu amigo? Onde está?
- Deve estar por aí, ele brigou com a noiva e saiu comigo.
- Sério? – A palavra noivo interessou Nani. Esse homem estava com a cabeça a prêmio agora. – Vamos procurá-lo. – Emendou Nani logo após beijar a boca de Glauco.
Nani tomou a mão de Glauco e saiu pela boate. Queria que todos o vissem com ela. Se ele tivesse rabo preso estaria ferrado. Entretanto, Glauco parecia orgulhoso ao desfilar com uma beldade daquelas e isso deixava Nani envaidecida. Glauco sabia como agradar uma mulher, por isso Nani iria poupá-lo de um possível castigo. Seria uma pena leve, quase administrativa. Isso significaria que alguém deveria ser açoitado por dois esse alguém seria Rodrigo, o amigo almofadinha de Glauco.
Após uma longa procura Nani e Glauco acham Rodrigo. Analisando-o friamente Nani traça seu perfil. Rapaz mimado, rico, chato e com pênis pequeno. Serve.Nani então faz a proposta para Glauco:
- Vamos sair daqui agora, quero fazer sexo contigo. Leve seu amigo junto.
O trio saiu da boate no carro de Rodrigo, foram direto ao apartamento de Glauco e o que as paredes daquele imóvel viram lhes contarei agora. Nani puxou os dois para si e beijava, lambia, se deixava lamber, gemia. Estava excitadíssima. Abriu a calça dos dois e iniciou um sexo oral, um pouco em cada um e a seguir os dois juntos em sua boca. Estava tudo perfeito, não fosse a desproporção entre o tamanho da dupla. Glauco era satisfatório, Rodrigo tinha um pênis da espessura de uma caneta esferográfica. Nani lambia e chupava os dois para satisfazer seu desejo oral. Porém, queria ser penetrada e estava vendo que eles não agüentariam muito assim. Ordenou que Glauco a penetrasse de quatro. Enquanto Glauco a penetrava, Nani chupava Rodrigo e dizia “Não goza! Quero te ver metendo.” Fez Rodrigo lamber seu ânus e cuspir, em seguida ordenou ser penetrada. Rodrigo obedeceu, mas estava a ponto de gozar, então não mexia muito o quadril, o que enfurecia Nani. Então a potranca ordena para Glauco a penetrar na vulva enquanto era penetrada por Rodrigo em seu ânus. Nani gritava e remexia a pelve com força e rapidez, queria gozar. Sentia-se uma cadela no cio e mandava os dois a chamarem de cadela e bater em sua bunda, com força. Gritava que queria mais, queria ser apertada e virava para Rodrigo dizendo: “Não goza seu frouxo, mete forte! Vamos!”Nani se sentia completa e disse:
- Façam o que quiserem comigo, me machuquem, quero sair daqui marcada. – E estava gozando. Como gozava essa Nani. Era daquelas mulheres que gozavam fácil e repetidamente.
Após a ordem de Nani ,Rodrigo gozou e saiu do coito. Isso enfureceu Nani. Ele teria o castigo merecido esse bunda mole. Por um lado estava bem, assim Nani deixaria Glauco mais à vontade para um sexo gostoso e assim se fez. Glauco tomava iniciativa, entendia do riscado, dava ordens à Nani e ela obedecia. Ordenou que Nani ficasse de quatro e meteu com força e ruidosamente, depois a segurou pelos cabelos e gozou na sua cara e nos seus seios. Parecia que adivinhava o que Nani queria. Estava feliz, satisfeita.

Rodrigo parecia perdido e Nani foi até ele.
- Cadê o seu celular? – Rodrigo não respondia.
- Fala! Vamos!
- Esta ali apontando para sua calça jogada no chão.
Nani agarrou o telefone e começou a tirar fotos de Rodrigo nu e de si mesma, atentando para esconder seu rosto. Então ordenou:
- Chupa minha boceta.
Rodrigo obedeceu, mas não agradou.
- Vamos seu molóide, nem isso sabe fazer? – E estapeou o rosto de Rodrigo. Enquanto o fotografava fazendo sexo oral.
- Gostou é? – De pronto pediu que Rodrigo a penetrasse enquanto Glauco fotografava o sexo.
Rodrigo estava adorando. Nani transava com ele e fingia estar gostando, sugeria poses para as fotos. Até que a donzela cansou. Tomou o celular em suas mãos e foi para o banheiro. Trancou-se e de lá enviou as fotos, uma a uma, via fototorpedo, para todos os contatos do aparelho. Um deles seria a noiva de Rodrigo e ele em pouco tempo estaria ferrado. Jogou o telefone no vaso sanitário, vestiu-se e saiu do banheiro. Despediu-se dos rapazes e saiu para a rua, a fim de pegar um taxi.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Contos eróticos...






Ganhei oral do estranho da praia
 
A publicitária Laura, 34 anos, sabe que sexo sem penetração pode ser o melhor de todos. Com um estranho de sunga verde, então....

''Desde que me mudei para o Rio de Janeiro, meu destino preferido é o Baixo Leblon, point de um rapaz de cabelo negro e rosto quadrado que eu paquerava fazia semanas. Sempre que o encontrava, pedia ajuda para montar o guarda-sol cada vez mais perto do dele.

Já havíamos batido papo algumas vezes e, naquele dia, ele estava especialmente bonito. Parecia que a sunga verde acentuava ainda mais a barriguinha sarada... Na minha mente, só pensava em tirar o biquíni e atacá-lo. Percebendo meu olhar guloso, o gato me convidou para um mergulho. No caminho, agarrou minha cintura e me beijou. Sua língua quente logo saiu da minha boca e percorreu orelha e pescoço.

De repente, me pegou pela mão e voltou para o guarda-sol, juntando rapidamente suas coisas e as minhas. Ainda sem dizer nada, foi me arrastando para o calçadão. Mesmo com medo, segui aquele deus por dois quarteirões até chegar a um prédio luxuoso. Era ali que ele morava. Ao vê-lo apertar o botão do elevador, confesso que quis desistir. Mas o moço, decidido, soltou o laço do meu biquíni ainda no saguão.

Subimos os andares trocando beijos e, assim que entramos na casa, fui conduzida até o quarto e vendada. O coração começou a bater acelerado e de repente senti um arrepio gelado. O lindo estava acariciando minha barriga com um cubo de gelo. Com voz suave, disse para eu sentir o friozinho, a língua dele na minha pele... e atacou meu clitóris. O estranho da sunga verde continuou no ritmo perfeito até sentir minha explosão. Mal sabia seu nome, mas ele me fez chegar ao orgasmo como se fôssemos amantes de outros Carnavais.''





 

Transei para o recreador
 
A fisioterapeuta Mari, 32 anos, soube bem como tirar proveito do sol escaldante. E o namorado estava tão quente quanto o astro rei.

''Namoro o Eduardo há três anos e sempre passamos as férias em Ubatuba, no litoral de São Paulo. Mas, naquele verão, estava disposta a conhecer um destino diferente. Convenci o Du a visitarmos algum resort do Nordeste, para dias de sol e sedução. Lá, conhecemos um recreador conversador, que falou com entusiasmo de uma praia pouco conhecida mas que exigia quase uma hora de bugue só para chegar. Propus que nos levasse no seu dia de folga, cheia de segundas intenções (se é que você me entende!).

No caminho, tirei o vestido e exibi meu microbiquíni novo. Meu homem ficou louco, e nosso acompanhante não pareceu indiferente. Quando finalmente pisamos na areia, fiz questão de estender a esteira perto de uma turma de rapazes e entreguei o protetor solar ao meu namorado. Cada toque me fazia estremecer, enquanto o recreador só nos observava. E, pelo volume dentro da sunga preta dele, não era só meu namorado que estava ficando excitado.

Decidi ignorar os outros banhistas e beijei o Du como se ninguém estivesse nos vendo, só para provocar o outro. Du percebeu onde aquelas carícias iam terminar e me levou ao mar. Enquanto colocava os dedos dentro do meu biquíni, enrosquei meu corpo no dele e soltei a parte de cima, dando show a quem nos observava na areia - principalmente ao nosso guia.

Vergonha? Que nada! Quanto mais olhares curiosos, melhor. O lindo me penetrou aos poucos, tentando disfarçar o vaivém. Mas, quando dei por mim, cavalgava rapidamente, deixando meus seios à mostra. Fizemos sexo trocando beijos safados e com gosto de água salgada. O orgasmo veio logo e ficamos assim, sentindo o balanço das ondas, até nos recompormos, satisfeitos. Saber que havia um terceiro louco para entrar na brincadeira turbinou nosso prazer de um jeito...''



Delirei com meu amigo no caixa eletrônico
 
Tatiana, 30 anos, gosta de emoções fortes. Quando a temperatura sobe, essa produtora de TV não perdoa nem mesmo o melhor amigo.

''Conheci Bruno no primário e somos amigos desde então. No Réveillon do ano passado, passamos a virada na casa de uma amiga em comum. Durante a festa, senti um clima diferente. Bruno estava atencioso demais e o flagrei olhando meu decote. Talvez tanto assanhamento fosse culpa do uísque, mas não nego que estava adorando.

Na hora de ir embora, peguei as chaves do carro dele e, com a desculpa de que estava bêbado demais para dirigir, me ofereci para levá-lo para casa. No caminho, parei no semáforo de uma avenida movimentada e vi um caixa eletrônico. Na hora imaginei a gente transando lá dentro, protegidos pelo vidro fumê. Pelo jeito que ele me olhou a noite toda, tinha certeza de que toparia a aventura. Mas... e se me rejeitasse? Nossa amizade nunca mais seria a mesma.

Espiando o tórax dele pelos botões abertos da camisa, decidi que o risco valia a pena. Tomei coragem e o beijei. Bruno logo retribuiu. Manobrei o carro e parei estrategicamente ao lado do caixa. Passei as mãos nos quadris do bonitão e quase enlouqueci ao sentir seu pênis. Tirei o cinto de segurança e corri para o cubículo. Ele me seguiu. Estava tão doido que nem sabia direito o que estava fazendo.

Assim que fechou a porta de vidro, apoiou meu corpo perto da máquina e colocou as mãos entre minhas pernas. Ajoelhei e abri o zíper dele para caprichar no sexo oral. Mal me livrei da cueca e o gato já me pegou de jeito. Depois de me virar de costas, levantou meu vestido rosa, puxou a calcinha vermelha de lado e me fez ver fogos de artifício. Dez minutos depois, saímos da cabine descabelados, como se nada tivesse acontecido.''